O partido Renamo, alega estar a envidar esforços no sentido de pressionar o Governo a assumir com responsabilidade as negociações que estão a ter lugar no Centro de Conferencias Joaquim Chissano. Para o efeito a Renamo diz ter enviado recentemente, ao governo uma nota apresentando os termos de referência para indicação dos mediadores para o diálogo.
Segundo um comunicado da Renamo chegado hoje, a nossa redacção “no dia 2 de Dezembro, a Renamo submeteu ao secretario do Conselho de Ministros, uma nota com referência nº 159/GPR/2013, a qual apresenta os termos de referência de mediadores e observadores, que consideramos indispensáveis para a prossecução das negociações que estão a marcar passos, volvidos 24 rondas”.
Na mesma nota, a Renamo reitera que propôs a indicação de mediadores nacionais e internacionais a serem convidados pela Renamo e pelo Governo, em conformidade com as instituições a serem convidadas a apresentarem os seus representantes.
De acordo com o mesmo documento, a Renamo explica que os referidos mediadores “ poderão ser encontrados, a nível nacional, na Sociedade Civil moçambicana, entre personalidades de reconhecido mérito e idoneidade, nos vários estratos sociais que compõem o mosaico cultural, social, académico, religioso do nosso país e a nível internacional na SADC, União Africana, União Europeia, EUA e ONU”, destaca.
Para a Renamo, o convite dos mediadores deve ser assinado atempada e conjuntamente pela Renamo e pelo Governo.
A mesma fonte que temos vindo a citar, recorda que a Renamo mantém a mesma delegação chefiada por Saimone Macuiana para o diálogo com o Governo
Contudo, avança que “a equipe de especialistas para assuntos de Defesa e Segurança, somente será requisitada para assessorar o grupo na especialidade quando se abordar o ponto 2 da agenda, atinente as FDS, ou quando a fase de preparação da reunião de alto nível entre o Presidente do partido Renamo e o Presidente da República”, explica.
Folha de Maputo
Segundo um comunicado da Renamo chegado hoje, a nossa redacção “no dia 2 de Dezembro, a Renamo submeteu ao secretario do Conselho de Ministros, uma nota com referência nº 159/GPR/2013, a qual apresenta os termos de referência de mediadores e observadores, que consideramos indispensáveis para a prossecução das negociações que estão a marcar passos, volvidos 24 rondas”.
Na mesma nota, a Renamo reitera que propôs a indicação de mediadores nacionais e internacionais a serem convidados pela Renamo e pelo Governo, em conformidade com as instituições a serem convidadas a apresentarem os seus representantes.
De acordo com o mesmo documento, a Renamo explica que os referidos mediadores “ poderão ser encontrados, a nível nacional, na Sociedade Civil moçambicana, entre personalidades de reconhecido mérito e idoneidade, nos vários estratos sociais que compõem o mosaico cultural, social, académico, religioso do nosso país e a nível internacional na SADC, União Africana, União Europeia, EUA e ONU”, destaca.
Para a Renamo, o convite dos mediadores deve ser assinado atempada e conjuntamente pela Renamo e pelo Governo.
A mesma fonte que temos vindo a citar, recorda que a Renamo mantém a mesma delegação chefiada por Saimone Macuiana para o diálogo com o Governo
Contudo, avança que “a equipe de especialistas para assuntos de Defesa e Segurança, somente será requisitada para assessorar o grupo na especialidade quando se abordar o ponto 2 da agenda, atinente as FDS, ou quando a fase de preparação da reunião de alto nível entre o Presidente do partido Renamo e o Presidente da República”, explica.
Folha de Maputo




O voto não tolera farsas. Não importa que seja um esquema novo ou velho, que seja uma delegada ou a força da polícia. A vontade dos eleitores não se pode enganar consecutivamente. E menos, se se trata de uma estratégia que navega à margem da legalidade. A abstenção, às vezes, condena os medíocres e enaltece os bravos. A Frelimo e o seu candidato perderam umas eleições marcadas por inúmeras tentativas de fraude. Cinquenta e quatro porcento dos votos para Mahamuno Amurane castigaram a governação que nos últimos cinco anos ignorou a periferia e transformou a cidade de cimento...
Ao contrário dos outros pontos do país onde a oposição é poder, no contexto autárquico, na capital do norte não foi preciso derramar sangue para vingar a vontade expressa nas urnas. Os poucos residentes da urbe que votaram (menos de 15 porcento) não ficaram ao redor dos postos de votação à espera do resultado. Nessa perspectiva, os polícias dedicaram-se a estorvar o trabalho da imprensa. “Eu sou autoridade”, disse um agente nervoso ao repórter do @Verdade quando procurava dados na EPC de Namutequeliua. “A Frelimo decidiu procurar inverter a tendência de voto pela via que melhor domina. Vai ser pela via da fraude”, disse temoroso um repórter de uma das rádios comunitárias de Nampula.
Na EPC 12 de Outubro, foi detido Agnaldo Paz de Oliveira, vice-presidente de uma assembleia de voto quando tentava introduzir votos na urna para o partido e candidato da Frelimo. Está detido na Segunda Esquadra da PRM de Nampula.

48 horas após o fatídico acidente do voo TM 470, que partiu de Maputo no final da manhã de sexta-feira (29), com destino a Luanda, é com profunda tristeza que Moçambique vai conhecendo os rostos de cada uma das 33 pessoas que, ainda sem sabermos as circunstâncias, perderam a vida no despenhamento do avião das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) no Parque Nacional de Bwabwata, na Namíbia.
É prematuro avançar as causas deste trágico acidente - o primeiro em que uma aeronave das LAM despenha-se e os ocupantes morrem em 33 anos de operações nacionais e internacionais -, mas embora fizesse mau tempo na altura do despenhamento o piloto, o Comandante Hermínio dos Santos Fernandes, conhecia a rota e parte das suas mais de 4 mil horas de voo havia realizado nos voos semanais que a Companhia aérea realiza para Luanda desde os finais de 2009. Nesta altura do ano, é comum chover naquela região da Namíbia o que, segundo um outro piloto que já fez a rota, os voos estão preparados para fazer frente a essas condições.

