O dinheiro das dívidas ocultas saiu dos bancos Credit Suisse e VTB em Londres para empresas do grupo Privinvest, em Abu Dhabi. De lá começou a distribuição de subornos para muitos países do mundo. A Justiça norte-americana estima em 200 milhões de dólares o valor gasto em subornos e comissões ilícitas. As figuras da elite política moçambicana que receberam subornos das dívidas ocultas através de contas de empresas e de particulares domiciliadas em Moçambique, Portugal, África do Sul e em paraísos fiscais como Maurícias, Hong Kong, Ilhas Virgens Britânicas. O sector imobiliário foi o mais usado para a lavagem do dinheiro. As evidências foram apresentadas pelo FBI, no tribunal de Brooklyn, que julga o executivo da Privinvest, Jean Boustani.
Nikolas Ferreira propõe que governo indenize empresas por eventual fim da
jornada 6×1
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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) formalizou, nesta quinta-feira
(16), a apresentação de uma emenda à Proposta de Emenda à Constituição
(PEC) que...
2 days ago
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Thanks great blog post
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