Uma das características de Daviz Simango é a facilidade com que convive com o Povo. Não poderia ser de outro modo, pois ele é um verdadeiro filho do Povo.
Tuesday, 11 November 2008
Daviz Simango: Filho do Povo
Uma das características de Daviz Simango é a facilidade com que convive com o Povo. Não poderia ser de outro modo, pois ele é um verdadeiro filho do Povo.
Not black enough
Unlike here of course, where ethnic solidarity (just as Afrikaans nationalism did in the past) clouds people’s judgment to such an extent that we are saddled with a bunch of leaders who are like morticians, adding the last touches of cheap make-up to a corpse.
We should also remind ourselves that in this colour-obsessed country of ours, a man like Obama would never become president under the current regime. Why? He is not black enough, according to our Xhosa Nostra standards. He is biracial, or a coloured, in local parlance, which of course pushes him down the insular, colourobsessed hierarchy that dominates our mean spirited little world.
It is therefore ironic that our black leaders are now bending backwards to congratulate a man, who in SA would have been marginalised and pushed aside, as most coloured people are in this country.
Someone like Trevor Manuel, for example, will never become the president of our country, even though we know that he would be brilliant.
NOTA:
E em Moçambique, como é? Apesar de ser aparentemente uma sociedade multirracial, como estamos em racismo? Devido ao facto de ser mestiço, Obama teria chegado a Presidente? Muitos hoje dão os parabéns a Obama mas ontem falavam em moçambicanos originários!
Monday, 10 November 2008
Marco do Correio

Tudo bem, minha querida amiga? Do meu lado está tudo a correr o melhor possível. E posso dizerte está tudo a correr o melhor possível. E posso dizerte que, agora, estou ainda melhor.É que acabo de ouvir, na rádio, que o Barack Obama foi eleito Presidente dos Estados Unidos. Será porque ele é negro, ou mulato? Sim e não.
Sim pelo que isso significa em termos da maturidade política do povo americano. Quando eu era miúdo os não brancos, nos Estados Unidos, inham casas de banho separadas, andavam nos bancos de trás dos autocarros, tinham escolas separadas, cinemas separados, restaurantes separados. Tudo separado, como, de resto, acontecia também aqui, no nosso país. E, no meu tempo de vida, isso mudou a ponto de um não branco ter sido agora eleito Presidente.
Não, porque não creio que a cor da pele seja o que vai determinar a política deObama. Não nos esqueçamos que a cor da pele de Condolleza Rice parece quase igual à de Obama e nem por isso ela deixou de ser uma feroz seguidora das políticas aberrantes de George Bush.
O que me parece muito positivo em Barack Obama é a maneira dele de estar na política. O facto de ser um homem viajado, que conhece o mundo, que tem família em partes tão distantes da América como o Quénia e a Indonésia, que fez trabalho cívico junto das comunidades desfavorecidas do seu país.
A única viagem conhecida do seu concorrente, o senador McCain, foi quando ele foi ao Vietnam. Para conhecer os vietnamitas e a sua cultura milenar? Não. Para os bombardear a partir do seu avião. Para lhes queimar as casas e as culturas agrícolas, para os matar, ferir, queimar e mutilar.
Tudo isto me faz pensar que, com Barack Obama na Casa Branca, a vida dos americanos vai melhorar e, dado o poder imenso daquele país, alguma coisa irá também melhorar a vida de todos nós.
Só que a História ensina-nos e os Estados Unidos têm uma História que nos deve preocupar. Desde que me lembro, o caso mais parecido com esta vitória de Barack Obama foi a eleição de John Kennedy. Também ele pertencia a uma minoria, era católico num país predominantemente protestante. Também ele era jovem, com ideias arejadas, com formas menos viciadas e corruptas de olhar para o seu país e para o mundo. E todos sabemos o que lhe aconteceu naquele dia sinistro em Dallas, no Texas.
Não tenho a menor dúvida que deve haver, neste preciso momento, uma quantidade enorme de americanos a limpar as suas armas para tentarem dar cabo daquele negro que se atreveu a concorrer para a Casa Branca e, principalmente, que ganhou. Não me admirava nada que houvesse gente a tentar, a tiro, que Obama nem sequer chegue a tomar posse. Ou, caso tome posse, que não fique a dar ordens no Salão Oval por muito tempo. Mas isto que eu sei sabem-no muito melhor os elementos dos Serviços Secretos americanos, a quem cabe a tarefa de proteger o seu chefe de Estado.
Para já vamos ter atenção às pessoas que Obama vai chamar para a sua equipa. Quem são, que ideias defendem, quais as posições que manifestam perante os problemas nacionais e internacionais. Mas isso irá demorar algum tempo, ao que suponho. Para já deve estar a descansar do esforço gigantesco dos últimos tempos na conquista do eleitorado
Que se prepare, pois a tarefa que o espera quando tomar posse não é pêra doce. Duas guerras, uma no Afeganistão e outra no Iraque, e a pior crise financeira das últimas muitas dezenas de anos são dores de cabeça que assustam qualquer um. Mas Obama tem aquele ar jovem, enérgico e inteligente. Tenhamos esperança de que vai conseguir dar a volta a todos esses problemas..
De qualquer forma, amiga, hoje (ontem) o dia nasceu bonito e cheio de esperança. E isso já foi muito bom.
Sunday, 9 November 2008
Carta da Beira

Caro Amigo Jose
Saturday, 8 November 2008
Humor para o fim-de-semana
Vanito como sempre, deu um gole daqueles e adicionou agua para repor o que ele tomou porem, logo após ter adicionado agua o Pastis tornou-se cinzento.
Quando o patrão voltou ele viu isso, ele ficou com certeza e decidiu defamar o Vanito como ladrão!!! No mesmo momento Vanito apercebeu-se que estava increncado e decidiu ir a cozinha.
O patrão disse a sua esposa “Maria, tu veras hoje, ele será obrigado a reconhecer”. Então ele chamou o Vanito.
Ele gritou: “Vanito!”.
Vanito respondeu: “Sim, patrão”.
Patrão: “Quem tomou meu Pastis?”.
Não ha resposta.
O patrão repetiu sua pergunta: “Quem tomou meu vinho?”
Continua, sem resposta.
Então o patrão foi buscar o Vanito na cozinha e lhe disse:
Tas surdo ou o quê? Porque quando te chamo tu respondes patrão mas quando te faço uma pergunta tu não me respondes?
Vanito respondeu o seguinte “ é o seguinte patrão, quando alguém está na cozinha, lá não se ouve nada, excepto o nome.
Depois para provar que Vanito está a mentir o patrão disse-lhe: “ Você fica ao lado da Senhora aqui, eu vou a cozinha, e tu me fazes uma pergunta. Vanito aceitou e o patrão foi a cozinha.
Vanito gritou: “Patrão!”.
Patrão respondeu: “Sim, Vanito.”.
Vanito continuou: “Quem vai ao quarto da empregada quando a patroa não está em casa?”
Não ha resposta.
Vanito gritou de novo: “Patrão, eu pergunto quem foi que engravidou a empregada?”.
Não ha resposta.
Vanito perguntou de novo (terceira vez): “Patrão, eu pergunto quem foi que engravidou a empregada?”.
O patrão voltou da cozinha correndo e disse, Vanito, é verdade, tu tens razão. Quando alguém está na cozinha não consegue ouvir nada, mas nada mesmo excepto o nome!
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Numa aula de teologia em assuntos do matrimónio, o aluno pergunta ao professor:
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Os Putos são imprevisíveis
PROFESSORA: Maria, aponta no mapa onde fica a América do Norte.
PROFESSORA: Correcto. Agora turma, quem descobriu a América?
PROFESSORA: João, menciona uma coisa importante que exista hoje e que não havia há 10 anos atrás.
Friday, 7 November 2008
Campanha de Daviz Simango emite comunicado
Na visita aos mercados – Maquinino, Praia Nova, Goto, Nhangau - do nosso candidato Daviz Simango mereceu uma recepção muito calorosa por parte dos munícipes.
A visita efectuada por Daviz Simango ao bairro de Nhangau foi também recebida de forma entusiástica pelo eleitorado.
Registamos com apreensão algumas atitudes provocatórias por parte dos nossos adversários políticos durante os nossos trabalhos.
Constitui também motivo de grande preocupação a falta de educação cívica dos grupos apoiantes dos nossos adversários que têm destruído o nosso material de campanha eleitoral.
Nota Final:
Vários cidadãos beirenses, de vários quadrantes políticos, têm-nos alertado para a possibilidade da Polícia da República de Moçambique ter uma acção de intimidação para com os apoiantes do candidato independente no dia da votação – 19 de Novembro – com o objectivo de impedir que os cidadãos expressem livremente o seu direito de voto.
Esta possibilidade preocupa-nos e preocupa os beirenses, que querem escolher livremente os seus governantes municipais para o próximo quinquénio.
Com os nossos cumprimentos
Gabinete do Candidato Independente Daviz Mbepo Simango
Governo sonega fiscalização nas autarquias
As autoridades moçambicanas, apenas, abrirão excepção, às embaixadas, para mandarem a Moçambique seus homens que, embora estarão baseados nas assembleias de voto, não terão influência, em termos de fiscalização do processo. A razão resulta do facto de as eleições autárquicas serem de carácter local e não geral, pelo que os observadores internacionais são dispensados do processo, que deverá culminar com a eleição de 43 representantes para igual número dos municípios instituídos, no País.
Nas eleições de 19 de Novembro próximo, o governo atribui o processo da fiscalização aos agentes do Observatório Eleitoral, que se define como coligação constituída por vários movimentos não governamentais de acompanhamento de processos eleitorais, segundo dados apurados pelo Jornal A TribunaFax, da Associação de Parlamentares Europeus para África, AWEPA. Aquele organismo destaca que, no dia da votação, pelo menos trezentos agentes integrados, no Observatório Eleitoral, estarão, no terreno, a fiscalizar o processo de votação, nas cerca de três mil mesas das assembleias de voto, a serem instaladas, em diferentes pontos de Moçambique.
A massa crítica considera que a exclusão de observadores internacionais vai abrir escape para a prática de fraudes, que levarão ao descrédito dos resultados finais. Nas últimas autarquias, realizadas em 2003, o Observatório Eleitoral fez contagem paralela baseada em amostras de 10 municípios. Neste momento, aquela coligação está a estudar, para os próximos pleitos autárquicos, a possibilidade de voltar a proceder da mesma forma, para além de tentar monitorar e resolver conflitos que venham a registar-se, durante o pleito.
Ao abrigo da Lei Eleitoral moçambicana, são permitidos delegados de partidos políticos, em cada mesa de assembleia de voto, para acompanharem, de perto, os processos de votação e apuramento dos resultados finais.
As presentes eleições estão orçadas em cerca de 15 milhões de dólares americanos, totalmente suportados pelo Orçamento do Estado, OE, e, nelas, participam pouco mais de 100 candidatos à presidência das 43 vilas e cidades abrangidas e mais de 7.070 candidatos a deputados das assembleias municipais.
Durante o dia das eleições, deverá votar cerca de um quarto dos nove milhões de eleitores inscritos, já que os restantes vivem fora das cidades e vilas abrangidas pelas eleições. Nas anteriores eleições, de 2003, apenas, votaram cerca de 10.2 milhões de moçambicanos, o correspondente a 28 porcento do total dos recenseados, na altura.
O recenseamento eleitoral de actualização, para as presentes eleições, custou, ao erário público, cerca de 41 milhões de dólares americanos, maior parte do valor gasto na aquisição do material informático introduzido, pela primeira vez, em Moçambique. (R)
FONTE: A Tribuna Fax, de 07/11/08
Thursday, 6 November 2008
Desorganização!
A Renamo, que anda em pugilato jurídico contra Davis Simango, na cidade da Beira, não foi capaz de organizar os dossiers completos dos seus candidatos nos municípios de Dondo e Gorongosa, na província de Sofala, e cidade de Manica, província do mesmo nome. Ao invés de perder tempo em batalhas jurídicas sem proveito, a poderia ter aproveitado para consolidar o que já tem e avançar, com determinação, a fim de alargar a sua influência e domínio para outros municípios. O povo assiste a Renamo, sempre, a fragilizar-se com guerras intestinais intermináveis, ficando cada vez mais distante da possibilidade de se tornar poder.
É inacreditável que a Renamo, com o seu tamanho e envergadura, não tivesse conseguido colocar candidates em três municípios, num universo de, somente, 43 autarquias. Como sera quando os municípios forem alargados? A Renamo tem que demonstrar, com actos, que é um partido comprometido com o povo, caso queira ser alternativa ao partido Frelimo. Militantes, simpatizantes e amigos da perdiz, nos municípios sem candidatos ao cargo de presidente, devem andar zangados com dirigentes do partido que foram incapazes e incompetentes de juntar toda a documentação requerida por lei de seus candidatos.
Os resultados das últimas eleições gerais e presidenciais demonstram que a vila de Gorongosa é um bastião da Renamo. As populações daquele novo município, que tanto suportaram os efeitos da guerra, pela democracia, dos 16 anos, entre a guerrilha da Renamo e as forças da Frelimo, devem sentir uma enorme frustração por faltar uma alternativa para os seus gostos e tendências políticas. Uma abstenção é, muitas vezes, provocada pela postura negativa dos concorrentes. A falta de alternativa de escolha e ausência de uma luta renhida entre candidatos e partidos, devido à falta de organização, resulta em chamariz para a abstenção.
Ninguém corta bilhete de ingresso para ir assistir a um jogo de futebol entre o agressivo Ferroviário de Maputo ou o imponente Costa do Sol a enfrentar com uma equipa que se apresenta sem botas nem calções e camisetes. Seria uma atitude natural e normal que as bancadas estejam às moscas. Os amantes de futebol, ao invés de se dirigirem ao estádio onde decorre a suposta disputa, hão-de preferir a queimar o seu tempo nas barracas procurando cervejas, “secas” ou vão à machamba, decidem ir caçar ratazanas ou ir beber cabanga, nipa, etc. O povo gosta de assistir uma luta de gigantes que disputam, taco a taco, as eleições em que participam. Não admira os cansados antes do jogo começar.
As eleições não são para os politicos derrotados pela falta de meios e fundos, desorganizados e chorões. São para os que, afincadamente, lutam para ganhálas e acreditam na vitória. A política é uma ocupação sublime de gente laboriosa, com imaginação e criatividade. Quem não tiver tais qualidades, é melhor procurar uma outra ocupação, talvez, mais interessante para gente pouco motivada.
Por Edwin Hounnou, em A Tribuna Fax de 06/11/08
Wednesday, 5 November 2008
Vitória de Obama
05 Novembro 2008 - 05h40
Obama discursa perante 125 mil apoiantes
"A mudança chegou à América"
"Se alguém duvidava de que neste país todos os sonhos podem ser realizados, se alguém duvidava do poder da democracia, esta noite tiveram a sua resposta". Foi com estas palavras que o novo presidente norte-americano, o democrata Barack Obama, iniciou ontem o seu discurso de vitória perante mais de 125 mil apoiantes reunidos no Grant Park de Chicago.
'Demorámos muito tempo a chegar até aqui, mas esta noite, a mudança chegou à América', afirmou Obama, que subiu ao palco na companhia da esposa, Michelle, e das filhas. Num discurso tranquilo mas recheado de significado, o primeiro presidente negro da História dos EUA recordou a sua avó, que faleceu no dia anterior às eleições, agradeceu o apoio da esposa, que disse ser 'a pessoa mais importante da sua vida', e felicitou McCain, lembrando o seu 'sacrifício pela América'.
Obama não esqueceu no seu discurso os soldados no Iraque e no Afeganistão, nem a crise que ameaça a economia dos EUA, tendo pedido a todos os americanos, democratas e republicanos, para se unirem neste momento difícil: 'A vitória não é dos estados azuis nem dos estados vermelhos, mas sim dos Estados Unidos da América', frisou.
'O caminho será longo e íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou sequer num mandato, mas nunca tive tanto a certeza, como tenho hoje, de que lá chegaremos', afirmou ainda, antes de terminar o discurso com o lema da sua campanha: 'Sim, podemos'.
05 Novembro 2008 - 06h45
O mundo felicita o novo presidente dos EUA
Reacções mundiais à vitória de Obama
As saudações e felicitações pela vitória começaram a chegar aos EUA ainda antes de Barack Obama terminar o discurso de vitória, em Chicago
As reacções internacionais à eleição do democrata Barack Obama para a presidência dos EUA começaram a surgir logo que o rival republicano, John McCain, admitiu a derrota. O presidente francês, François Sarkozy, presidente em exercício da União Europeia, foi um dos primeiros chefes de Estado a felicitar, efusivamente, Obama: 'Numa altura em que temos de enfrentar, unidos. grandes desafios, a sua eleição criou enormes esperanças na França, na Europa e mais além. A França e a Europa vão descobrir novas energias para trabalhar com a América na preservação da paz e da prosperidade no mundo'.
O primeiro-ministro português, José Sócrates, sublinhou o 'momento histórico' que representa a eleição do senador do Illinóis, e frisou que a sua "é uma voz de esperança" e a eleição "representa uma oportunidade de mudança para os EUA e para o mundo".
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, felicitou igualmente o novo líder de Washington, prometendo 'apoio pessoal na renovação do compromisso da Comissão Europeia para enfrentar os desafios que nos aguardam'.
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, saudou os "valores progressitas" de Obama e "sua visão para o futuro".
A embaixada do Paquistão, país considerado crucial pelos EUA no combate ao terrorismo, fez chegar ao novo líder dos EUA a mensagem do presidente Asif Zardari, exprimindo 'a esperança de que as relações do Paquistão com os EUA sejam reforçadas sob a nova liderança'.
Do vizinho Afeganistão, o presidente Hamid Karzai enviou 'um aplauso para o povo americano' e manifestou esperança que a eleição de Obama 'possa trazer paz ao Afeganistão e prosperidade ao povo afegão'.
O presidente Mwai Kibaki, do Quénia, país natal do pai de Obama, manifestou 'orgulho' pelas 'raízes quenianas' do novo líder norte-americano. 'A sua vitória não é apenas uma inspiração para milhões de pessoasem todo o mundo, como tem uma ressonância especial para nós aqui no Quénia', afirmou.
'Com a eleição de Obama vou fortalecer a aliança Japão-EUA e trabalhar em conjunto para solucionar problemas globais', afirmou o primeiro-ministro japonês, Taro Aso
05 Novembro 2008 - 06h22
Para festejar vitória de Obama
O governo queniano decretou o dia de amanhã como feriado nacional para celebrar a "histórica" vitória de Barack Obama nas presidenciais norte-americanas.
'A vitória do senador Obama é a vitória do nosso país, tendo em conta que as suas raízes são aqui, no Quénia' - justificou o presidente Mwai Kibaki - 'A sua vitória é uma inspiração para milhões de pessoas em todo o mundo, mas tem uma ressonância especial para todos nós aqui no Quénia'.
Centenas de pessoas juntaram-se na pequena aldeia queniano de Kogelo, onde vive a avó materna de Obama, para seguir os resultados das eleições, irrompendo em gritos de alegria quando foi conhecido o resultado das eleições. 'O senador Obama é o nosso novo presidente. Deus respondeu às nossas preces', afirmou um pastor.
05 Novembro 2008 - 05h44
Praças asiáticas iniciam sessão a ganhar
Vitória de Obama impulsiona bolsas
Os mercados bolsistas asiáticos abriram a sessão desta quarta-feira em alta, impulsionados pela vitória do candidato democrata Barack Obama nas eleições presidenciais norte-americanas.
Hong Kong abriu a subir 5,70 por cento, Xangai 4,21 por cento, Banguecoque 3,80 por cento, enquanto Taipé iniciou a sessão a ganhar 1,73 por cento.
Outras praças asiáticas já tinham iniciado o dia em alta. Tóquio abriu a sessão a ganhar 2,80 por cento, Seul 3,86 por cento e Sidnei fechou a sessão a subir 1,88 por cento.
A vitória de Barack Obama trouxe um sentimento de esperança em relação às mudanças económicas, especialmente depois de a administração republicana de George W. Bush não ter conseguido resolver a crise financeira.
FONTE: Correio da Manhã, Portugal.
Guebuza family has finger in every pie
After he became President at the beginning of 2005 Armando Guebuza, did not stop developing his portfolio of investments. Better still, he and his family have since then expanded their business network via various companies in which they own stakes. The firm Moçambique Gestores (MG), of which the President is one of the shareholders, is present in the Maputo Port Development Company (MPDC) which runs the capital's port. Meanwhile Guebuza's family company Focus 21 owns a stake in the navigation company Navique, is a partner in the South African energy company Sasol and is involved in the bank BMI.
Furthermore, the President is also a shareholder in the mobile telephone company Vodacom via his stake in Intelec Holdings. He can also be found in Moçambique Capitais, a firm which has just launched the Moza Banco in partnership with Geocapital owned by the Macao magnate Stanley Ho.
Guebuza's new partners:
Intelec Holdings, the company chaired by the head of the Confederaçao das Associaçoes Economicas (CTA, employers´ association), Salimo Amad Abdula, is to go into exploring for chalk and other ore with the aim of opening a cement works. To this end, it is participating in the creation at the beginning of May in Elephant Cement Moçambique Lda (ECM) with a 15% stake. The leading shareholder in ECM, with 85%, is Shree Cement Ltd, an Indian cement manufacturer represented in this transaction by its financial director, Ashok Bhandari. Intelec Holdings has at the same time launched into another project. Represented by its general manager Tomas Arone Monjane, it has founded a consulting and expertise company called Intelec Business Advisory & Consulting Lda (Intelec B.A.C) jointly with a Mozambican resident in Cape Town ( South Africa ), Tania Romana Matsinhe (the company's CEO, with a 35% stake), Catarina Mario Dimande from Maputo (12.5%) and Armando Ndambi Guebuza (12.5%). The latter is none other than one of President Geubuza's sons who has studied in South Africa.
Intelec BAC will carry out market studies and reports on the business environment for its clients.
All the family is involved. Ndambi Guebuza is already a shareholder, as are his brother, his two sisters and his parents, in the family firm Focus 21. His sister Valentina Guebuza owns a small minority (2.5%) in Beira Grain Terminal SA, a company created at the beginning of 2007 to operate the cereals terminal at the port of Beira (ION 1209), while the Mozambican President's eldest daughter, Norah Armando Guebuza, has joined forces with Zimbabweans and Mozambicans to launch the firm MBT Construçoes Lda, specialised in construction and public works, at the beginning of the year. She is married to the Mozambican Tendai Mavhunga, who for his part is in partnership with Miguel Nhaca Guebuza, one of the Mozambican President's brothers, in a onstruction industry consulting company Englob-Consultores Lda (ION 1200). This is the same Miguel Guebuza who has just been appointed to the board of the new firm Mozambique Power Industries, which will manufacture and market electricity transformers. This company's shareholders are Wilhelm François Jacobs, Munir Abdul Sacoor, Marilia Americo Munguambe and Christoffel Cornelius Koch. For her part, Ana Maria Dai, the twin sister of Mozambican First Lady Maria da Luz Dai Guebuza, is a shareholder in Macequece Lda alongside another member of her family, José Eduardo Dai. Her brother, Tobias Dai, is a former Defence Minister. Last year, Macequece created the mining company Mozambique Natural Resources Corp in partnership with International Minerva Resources BV.
Discreet withdrawal:
Nevertheless, President Guebuza has just sold his stakes in two companies. In mid-April he withdrew from Mavimbi Lda (fishing) whose ownership is now split between Moises Rafael Massinga (38%) and a consortium whose members have not been revealed. Similarly, Mozambique Gestores and the former Minister Teodato Hunguana have sold their stakes in Sociedade de Aguas de Moçambique Lda to Joao Manuel Prezado Francisco and Totem Investments whose shareholders are not known since this company was created before the law obliging their disclosure. The time has come for Guebuza to become more discreet in business!
From: INDIAN OCEAN NEWSLETTER - 31.05.2008
Tuesday, 4 November 2008
Jovens da Renamo apostam na violência
Rui de Sousa, líder juvenil da Renamo e deputado, vangloria-se que a sua organização sovou um oponente na semana passada em Inhaminga. Alegadamente os arruaceiros agrediram Geraldo de Carvalho por este ter insultado Afonso Dhlakama, acusando o líder da Perdiz de estar a destabilizar e destruir a Renamo. Os jovens da Renamo aproveitaram a situação para confiscarem camisetas com a imagem de Andre Matsangaissa que estavam na posse de Geraldo de Carvalho.
Geraldo de Carvalho é um activista envolvido na campanha eleitoral de Daviz Simango. Curiosamente, ele afirma que não foi agredido e que essa é uma história inventada para que a sua imagem ser denegrida. Em circunstancias normais, Rui de Sousa deveria ficar satisfeito por os membros da Liga Juvenil da Renamo não estarem envolvidados em cenas de violencia. Rui de Sousa, porém, afirmou orgulhosamente que Geraldo levou muita porrada e que qualquer um que falar mal do líder sera punido.
Fernando Mbararamo, delegado provincial da Renamo e principal instigador da destabilização na Beira, confirmou este evento e afirmou:
“ Este individuo tem destabilizado o Partido e os nossos membros ensinaram-lhe uma boa lição.”
FONTES: All Africa e A Tribuna Fax
Sunday, 2 November 2008
Um ilustre visitante
Meditation
Concentrate on this Sentence
Saturday, 1 November 2008
Humor
À porta de um Ministério em Maputo, foi encontrado um recém-nascido abandonado. O bebé foi limpo e alimentado pelos funcionários que decidiram dar conhecimento do assunto ao Ministro.. Depois de oito dias, é emitida a seguinte determinação :
Forme-se um Grupo de Trabalho para investigar:
a) -Se o 'encontrado' é produto doméstico deste Ministério;
b) - Se algum funcionário deste Ministério se encontra com responsabilidades neste assunto.
Após um mês de investigação, o Grupo de Trabalho, conclui:
' O encontrado' nada tem a ver com este Ministério pelas razões seguintes:
a) – Neste Ministério não se faz nada por prazer nem por amor;
b) – Neste Ministério jamais duas pessoas colaboram intimamente para fazerem alguma coisa de positivo;
c) - Neste Ministério tudo o que se faz não tem pés nem cabeça;
Assina: O coordenador do Grupo de Trabalho
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O POEMA da 'MENTE'
Há um Presidente que mente,
Mente de corpo e alma, completa/mente
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,
Mas que mente, sobretudo, impune/mente...
Indecente/mente
E mente tão nacional/mente,
Que acha que mentindo história afora,
Nos vai enganar eterna/mente.






